4
May
2016
1

O que significa realmente Valar Morghulis?

Sempre me perguntei. Desde a segunda temporada de Game of Thrones essa frase e sua respectiva resposta, Valar Dohaeris, me soavam enigmáticas. Pra mim, pra Arya Stark e provavelmente pra muita gente. Mas desde a temporada passada, a quinta, começaram a aparecer pistas.
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6
Mar
2016
1

A grande aposta

nota: FUCK IT, I LOVE THIS SHIIIIIT!!!!!!

“Give It To Me (give me that funk, that sweet, that nasty, that gucci stuff)” – um poema por Pedro Acosta

“que tipo de gente constrói a vida barganhando com banqueiro e dando a casa como garantia?” – ouvido num cinema no rio

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29
Feb
2016
1

Reações facebookianas aos filmes do Oscar

LIKE – Spotlight

spotlight

Curti bastante esse filme. Enquanto Cinema ele não é nada demais, bem formal, bem Cinema Narrativo Clássico, mas tem algo interessante: todos os aspectos técnicos e artísticos foram minimizados em prol da história que se quer contar. Porque, convenhamos, é uma super história! Ninguém brilha no filme, nenhum ator, nem a fotografia, nem a edição… Quem brilha é a história e nesse sentido tiro o chapéu pro roteiro. Não tem nada brilhante, nem inovador nele, mas a narrativa é muito bem conduzida. Lembrando que se trata de roteiro original e não de adaptação. Reunir todo aquele material e fatos ocorridos durante anos e transformá-lo num bom filme não é tarefa fácil. Além disso, o longa joga luz sobre um tema sombrio, a rede de pedofilia na Igreja, e amplia mais ainda a discussão sobre esse tema que começou com a reportagem no Boston Globe, através do alcance do cinema. E mais do que isso, aborda uma função há tempos esquecida nessa era de crise do jornalismo: sua vertente investigativa e consequente importância para sociedade. É um filme sobre uma equipe e um filme de equipe, por isso acredito que não vá levar nenhum Oscar individual ao qual está concorrendo (melhor atriz e ator coadjuvante). Porém, existe uma grande chance de ganhar como melhor roteiro original e até filme, já que estamos falando acima de tudo de uma super história revelada por um super judeu, Marty Baron (interpretado por Liev Schreiber), o editor do jornal na época do caso. E como vocês devem saber, Hollywood é a Terra Prometida. Read More

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21
Feb
2016
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O regresso

“Instant Karma’s gonna get you

Gonna knock you right on the head”

Esse trecho da música “Instant Karma” (karma imediato) de John Lennon seria suficiente como resumo conceitual do filme, mas por ser uma obra tão arrebatadora seria injusto ser redutiva assim. Começo confessando que errei. Errei ao pré-julgar Alejandro Iñárritu por anos. Adorei Amores Brutos, mas depois foi só decepção. Tudo parecia repetitivo, superficial, exagerado e pretensioso. Faltou paciência e entendimento de que não nascemos prontos para nada. Queria respostas, conclusões e não percebia que estava tendo a sorte de poder acompanhar a evolução de um artista. Foi preciso realizar, realizar e realizar para Iñárritu aperfeiçoar sua maneira de contar história e sua visão de mundo através dela. O Regresso fecha esse ciclo de modo brilhante. Read More

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25
Sep
2014
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Apostas para o Festival do Rio 2014

Top 20 do Cinédoque para o Festival do Rio 2014 saindo do forno! Aqui estão os filmes que acredito serem os mais interessantes analisando as sinopses (todas as 350 diga-se de passagem) e trailers, e tentando privilegiar todas as mostras. Aproveitem e boa sessão!
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26
Feb
2013
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Oscar 2013

Já faz uns anos que o Oscar deixou de ser um evento-surpresa. Aquela tensão na hora de anunciar o vencedor deu lugar a uma previsibilidade absoluta estampada no rosto de quem segura o envelope. São tantas as premiações dos sindicatos pré-Oscar (Screen Actors Guild Award, Producers Guild Award, Directors Guild Award e etc…) que é possível fazer uma previsão quase exata de quem serão os laureados com o prêmio máximo da indústria cinematográfica americana. Talvez por causa disso que a organização do evento tenha aumentado o tradicional número de cinco concorrentes para dez na categoria mais importante (melhor filme) há uns anos. Mas se essa foi a intenção, a tentativa falhou, pois é visível quem são os cinco concorrentes fortes e os outros que só estão ali fazendo número. Portanto, sem mistério, tensão ou apostas em bolão que valham à pena. O mesmo acontece com o formato da apresentação que todo ano arrisca pequenas mudanças, mas nenhuma delas parece dar realmente certo e tudo acaba voltando para o trivial.
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1
Feb
2013
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O som ao redor

LUTA DE CLASSES CONTEMPORÂNEA

Logo na primeira parte de O som ao redor, uma personagem supersticiosa pede desconto no aluguel do apartamento que pretendia morar, pois sente um mau presságio. Não por coincidência, o espectador também passa os 131 minutos de duração do filme com a mesma sensação de que algo terrível está por vir, graças aos artifícios sonoros de filme de terror que o cineasta Kleber Mendonça Filho usa para tecer a sua rede de pequenas unidades narrativas conectadas pelo mesmo espaço físico, uma rua num bairro abastado de Recife. Um grande mosaico social é orquestrado ali através da convivência entre patrões, empregados, vigias e vendedores ambulantes.
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1
Jan
2013
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La vida útil – Um conto de cinema

UM CONTO SOBRE CINEMA

O filme uruguaio La vida útil é mais um conto sobre cinema do que um conto sobre a vida útil das coisas. Na era da descartabilidade e da falência de modelos antigos de negócio, certas profissões e instituições como as lojas de CD, as videolocadoras, as gravadoras e as cinematecas começaram a perder espaço até se verem obrigadas a fechar as portas. A escassez de público e patrocínio foi crucial nesses casos. O protagonista Jorge sofre com uma situação semelhante a essas, quando a cinemateca em que trabalha há muitos anos fecha as portas por falta de verba. Sem rumo, ele decide procurar uma nova motivação na vida e vai atrás de um possível amor, uma professora freqüentadora do local. Essa crônica sobre processos de perda gerados pelo progressismo não é tão importante quanto a homenagem que o diretor Federico Veiroj faz ao Cinema com C maiúsculo.

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1
Dec
2012
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E agora, aonde vamos?

Em determinada cena, o Padre diz: “perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem”. O Imam responde: “e nós, por acaso, sabemos?”. Esse diálogo é uma síntese de E agora, aonde vamos? e de anos de desavenças religiosas no Oriente Médio. A cineasta libanesa Nadine Labaki, diferentemente dos personagens de seu novo filme, sabe muito bem o que faz. Em seu longa de estréia, Caramelo, já mostrava destreza e sensibilidade para contar histórias sob um olhar diferenciado. Nessa segunda produção, ela confirma tais qualidades.

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